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Posts Tagged ‘Sociedade’

Projeto PARE

 

Tornando o trânsito de porto, alegre.

http://vimeo.com/27882708

 

 

 

 

 

 

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The way forward

O comercial fala do fato da JPMorgan Chase ter emprestado mais de US $ 10 bilhões para pequenas empresas no ano passado, juntamente com financiamento e doações para hospitais e escolas.

*A JPMorgan Chase & Co. é uma sociedade gestora de participações sociais incorporada sob a lei de Delaware em 1968 e sediada em Nova Iorque, é a instituição financeira líder mundial em serviços financeiros e uma das maiores instituições bancárias dos EUA. Possui 1,2 trilhões (BR: trilhões) de USD em activos e 106 bilhõess (BR: bilhões) fruto margem de lucro obtida a partir dos investimentos dos accionistas. Actualmente, a firma opera em mais de sessenta países. É conhecida por financiar o milionário torneio de tênis US Open.

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Greenpeace + U2

O Greenpeace estará presente nos shows da turnê 360º, do U2, em abril no Brasil. Um estande da organização fornece informações para o público sobre a importância de se proteger as florestas.

O Greenpeace Brasil levará voluntários ao show que chamarão a atenção do público para se juntarem à campanha para salvar as florestas e defender uma política de desmatamento zero no país. “O Greenpeace tem uma parceria de longa data com a banda. Sua música representa boa parte dos princípios que o Greenpeace prega e queremos que essa mensagem – que podemos salvar as florestas – se espalhe entre todos”, afirma Rafael Cruz, responsável pela campanha de floresta no Brasil.

Em um mundo ameaçado pelas mudanças climáticas, as florestas brasileiras têm um papel importante de mitigar, e talvez reverter, a tendência do planeta rumo ao aquecimento global. Além do mais, elas possuem uma rica biodiversidade inexistente em outras partes do mundo e desempenham um importante papel em manter as fontes de água e a qualidade do solo.

Apesar de tudo que sabemos sobre a importância das florestas brasileiras tanto para o Brasil quanto para o planeta, o Congresso brasileiro está prestes a votar um projeto de lei que pode travar severamente as leis que protegem a natureza do país, abrindo portas para um aumento do desmatamento.
A pressão contra a conservação das florestas no Brasil é diretamente contrária aos esforços do Estado brasileiro e do povo brasileiro de libertar o país da praga do desmatamento. Em anos recentes esse esforço tem prejudicado a Amazônia, onde a taxa de desmatamento tem caído nitidamente em comparação com a década anterior.

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Bad gifts don´t save lives. War kids actually do.

De  S. John gifts for War Child, uma organização que permite às pessoas comprarem presentes para as crianças de famílias dilaceradas pela guerra.

Nós também podemos ajudar crianças bem carentes  aqui no Brasil. De uma maneira muito organizada, os Correios promovem há mais de 20 anos o Papai Noel dos Correios, uma das maiores campanhas natalinas do país.

Para participar, basta ir até o Memorial do RS, na rua Sete de Setembro, escolher uma cartinha e deixar o presente em alguma agência dos Correios.

As cartinhas contém histórias muito emocionantes, escritas por crianças que não tem acesso à quase nada, e que nunca receberam um presente na vida.

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Pessoas que se sentem excluídas de seus grupos sociais podem fazer um grande esforço para serem aceitas, até mesmo gastar dinheiro de forma excessiva e desenvolvendo hábitos excêntricos ou se envolvendo com o consumo de drogas. Essas são as conclusões de um artigo publicado no periódico Journal of Consumer Research.

“A exclusão social força, de certa forma, algumas pessoas a usarem o dinheiro e o consumo como uma forma de ‘afiliação’ a um determinado grupo”, diz Nicole Mead, pesquisadora da Universidade de Tilburg, na Holanda, que desenvolveu o estudo com outros pesquisadores de diversas universidades.

De acordo com os pesquisadores, essas pessoas que se sentem excluídas de determinados grupos sociais – o que é comum quando uma pessoa muda de cidade ou Estado – procuram pistas de como se encaixar novamente em um novo grupo. Elas então usam o consumo de forma estratégica para articular símbolos e criar novos laços sociais e relacionamentos.

Para chegar a essas conclusões os autores criaram “jogos de laboratório”, em que grupos de desconhecidos se reuniam. Alguns participantes eram induzidos a criar uma separação e isolar determinados indivíduos. As “reuniões” ocorriam durante vários dias, e notou-se que alguns indivíduos mudavam seu padrão de comportamento e de roupas, por exemplo. Em outro experimento os participantes formavam duplas, mas um dos indivíduos deixava de participar do experimento repentinamente, deixando a outra pessoa sozinha. Os padrões de consumo dessas pessoas, nos momentos após essa “rejeição”, também se alteravam.

Dois exemplos desse tipo de consumo podem ser vistos em um dos participantes, que para agradar a um grupo formado basicamente por orientais, se dispôs a pagar uma soma muito alta de dinheiro por uma determinada refeição (e cujo preço foi inflacionado pelos pesquisadores).

Em outro exemplo, um indivíduo, que antes do experimento afirmava nunca ter experimentado nenhum tipo de droga, após um tempo de isolamento social chegou a propor aos outros participantes que eles se envolvessem no consumo de cocaína.

Todos esses padrões de consumo (inclusive de artigos ilícitos) eram a forma que esses indivíduos isolados conseguiam barganhar a sua presença e aceitação entre os grupos sociais determinados nos estudos. E isso ocorre mesmo que os indivíduos isolados tenham de se engajar em atividades perigosas ou que não sejam parte de seu rol de preferências, finalizam os pesquisadores.

UOL com informações do University of Chicago Press Journals

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A nova classe média

Protagonista das mudanças socioeconômicas pela qual tem passado o Brasil nos últimos anos, a nova classe média passou a englobar mais da metade da população pela primeira vez neste ano. De modo geral, essas pessoas são racionais, consumistas e personalistas, além de darem enorme importância à boa aparência. As informações fazem parte da pesquisa “Classe C Urbana do Brasil: Somos iguais, Somos Diferentes”, realizada pelo Ibope e divulgada nesta terça-feira. O levantamento abrangeu nove regiões metropolitanas do país, além de cidades interioranas das regiões Sul e Sudeste.

A classe C foi dividida em quatro segmentos, de modo permitir uma orientação melhor das empresas em seus planos para conquistar esse público. A sondagem considerou 200 características pessoais para dividir o grupo entre racionais, consumistas, personalistas e conformistas.

  • Os racionais, mais planejadores, representam 31% da nova classe média. Esse segmento busca descontos e cuida de si.
  • os consumistas, que somam 29% do total, são majoritariamente mulheres e relacionam o consumo à auto-estima, com tendência a serem impulsivas em suas compras.
  • os personalistas são, em sua maioria, jovens e não gostam de tradições. Somam 21%.
  • Por fim, os conformistas, majoritariamente homens, não dão importância à aparência.

De acordo com o Ibope, os três primeiros segmentos (racionais, consumistas e personalistas) são o novo retrato da classe média brasileira, na qual a boa aparência assume papel prioritário. A sondagem mostra que, quando se trata de cuidados pessoais, 75% das pessoas preferem pagar mais caro por produtos de higiene de qualidade. Entre os produtos de higiene pessoal com maior potencial de crescimento dentro do segmento, segundo a pesquisa, estão o protetores solares e enxaguantes bucais.

O levantamento foi feito com base nas informações do Target Group Index – estudo do IBOPE Mídia que analisa mais de 200 categorias de produtos junto a uma amostra de cerca de 20 mil indivíduos entre 12 a 64 anos, nas principais regiões metropolitanas do Brasil, o que representa quase metade da população dentro da faixa etária pesquisada e 66% do índice de potencial de consumo – IPC/Pyxis IBOPE Inteligência.

O estudo destaca a ascensão da classe C, seus hábitos de consumo e o comportamento desse segmento tão expressivo, além de mostrar como o mercado precisa se adaptar para atender à demanda dessa população.

Perfil da nova classe média
Chamada de “nova classe média” no estudo, a classe C passou a englobar mais da metade dos brasileiros pela primeira vez este ano. São 32 milhões de pessoas com idade entre 12 e 64 anos, nas principais regiões metropolitanas de todo o Brasil, sendo 20% na classe C1 e 30% na classe C2. Essa migração em massa alterou o rumo da divisão historicamente desigual do bolo no Brasil e proporcionou o surgimento de um grupo com características socioculturais próprias.

A nova classe C é predominantemente jovem, composta em sua maioria por afrodescendentes. Em Salvador, por exemplo, 41% das pessoas que fazem parte dessa faixa da população são negros e, em Brasília, 22%.
A população de classe C tem menos problemas com o peso, em comparação com os mais ricos, decorrência direta de menos excessos na alimentação, somado a mais mobilidade física rotineira. Apenas 27% da classe C1 estão acima do peso, contra 31% da AB1.

“O homem dessa categoria tende a viver menos e as mulheres exercem mais responsabilidade sobre a família, têm mais autonomia socioeconômica e, consequentemente, de consumo”, diz Dora Câmara, diretora comercial do IBOPE Mídia e responsável pela pesquisa.

Otimismo econômico
Do ponto de vista econômico, a classe C está mais otimista. Em 2005, 40% declararam estar melhor do que no ano anterior. Já em 2009, este percentual subiu para 50%. Em relação às perspectivas futuras, o percentual de otimismo também aumentou: em 2005, 74% estavam otimistas com o próximo ano e, em 2009, este percentual foi a 84%.

A pesquisa revela que 19% das pessoas de classe C planejam comprar imóvel nos próximos meses e 9,5 milhões pretendem adquirir um automóvel nos próximos 12 meses (novo ou usado). “A demanda reprimida (vontade de comprar) é altíssima nessa categoria social, capaz de fazer crescer consistentemente a indústria automobilística por um bom tempo”, completa Dora Câmara.

Entre as áreas com grande potencial de crescimento, destaque para a baixa proporção da população de classe C que fala mais de um idioma (apenas 23%) e para os investimentos em aparência e cuidados pessoais, prioritários, sobretudo, para as mulheres e os jovens (64% responderam que é muito importante manter-se jovem).

A classe C prefere fazer compras em lojas de ruas, ou seja, centros comerciais abertos, e um grupo grande de consumidores acredita na propaganda e nas marcas de modo irrestrito.
PropagandaRS e Veja

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Esta animação da RSA Animar, adaptada por Dan Pink, ilustra as verdades escondidas atrás do que realmente motiva-nos para casa e no trabalho.

A RSA | Por mais de 250 anos da Royal Society for the encouragement of Arts (Sociedade Real para o encorajamento das Artes, Manufaturas e Comércio), foi o berço do pensamento iluminista e uma força para o progresso social. Tem uma abordagem multidisciplinar, politicamente independente e combina pesquisa de ponta e desenvolvimento de políticas de ação prática.

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