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Posts Tagged ‘Moda’

Tendência Boudoir

De origem francesa, a palavra boudoir era usada antigamente como o nome de um lugar privado onde a mulher podia se vestir e se arrumar intimamente. Atualmente, ainda é referencia para algo íntimo da mulher, e com isso está sendo utilizado na moda para chamar uma tendência onde as lingeries ficam em evidência, à mostra. Para colocar em prática essa tendência, o look pode ser usado com uma renda aparecendo, tecidos transparentes e fluídos, ou até mesmo um corselet.

Mas, para as mais ousadas, a moda também aparece com o sutiã por cima da roupa, ou a roupa bem transparente mostrando o lingerie por baixo. Um lindo exemplo é o vestido da Mariana Rios, tendência boudoir total, vestido de renda transparente e peças de baixo à mostra, sexy sem ser vulgar.

O bom senso conta muito na hora de escolher um look com essa pegada. Uma dica importante é sempre mesclar as peças boudoir, usando algo sexy com uma peça mais pesada, fazendo esse balanço fica mais difícil de errar. Mesmo assim, todo cuidado é pouco!

Verdade Feminina

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Elvis Presley – Dia dos Namorados C&A

Elvis não morreu! O Rei do Rock apresenta Coleção Namorados C&A:

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McQueen: Marvellous and Macabre

Esta semana, Judith Thurman escreve sobre “Savage Beauty”, uma retrospectiva de duas décadas de Alexander McQueen na moda, no Museu Metropolitano de Arte. Andrew Bolton, curador do Met´s Costume Institute, reuniu uma centena de conjuntos e setenta acessórios, “uma exposição descaradamente teatral que se desdobra em uma série de sets elaborados”, escreve Thurman. Aqui ela discute McQueen como um poeta confessional que usa costura como um meio de auto-revelação.


















The New Yorker

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Qual é a sua verdade?

Campanha verão 2010 da marca fundamentada em personagens e atitudes reais não-posadas.

Voltada para o público jovem e interessado em diferenciar-se com sensualidade, ousadia e sofisticação, a campanha buscava transmitir o DNA da marca por meio de um posicionamento que fugisse do padrão adotado pelo mercado da moda.

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WGSN@SPFW

Aconteceu no dia 1º de fevereiro, o Seminário WGSN@SPFW no Shopping Iguatemi em São Paulo. O Bureau de pesquisa e análise de tendências apresentou aos seus assinantes e à imprensa o que será tendência no verão 2012 (para nós, o verão 2013) e outros assuntos relevantes à moda e ao comportamento. E o Pense Moda foi um dos temas. O polivalente Jackson Araújo é atualmente colaborador do WGSN e foi o mestre de cerimônias. Aqui um resumo do que se viu por lá.

Macrotendências – primavera verão 2012

Juliet Warkentin, editora chefe do bureau em Londres apresentou as três macrotendências. Para chegar ao resultado a equipe junta imagens e sensações, que refletem condições políticas, econômicas e sociais. É um trabalho teoricamente subjetivo, mas o produto é bem objetivo, afinal o WGSN é o norte para muitas confecções, e aponta o tipo de modelagem e cor que farão mais sucesso entre os consumidores. Primeiro Juliet fez uma retrospectiva das tendências de 2009 a 2010, numa progressão de considerações que justificam as três macro tendências do verão 2012. São elas:

(1) Primal futurism: tem aquele ar meio “Mad Max“, que une o primitivo e o futuro.

(2) Cinematic: tem ligação com o cinema, é nostálgico, cores intensas e um perfume retrô.

(3) JPEG Gen: a internet é o pano de fundo dessa tendência que propõe a colagem, a sobreposição, a ironia e a ousadia.

Movimento Habla

Em seguida subiram ao palco Andréa Bisker, diretora do WGSN para a América do Sul, e Cynthia de Almeida, da Editora Abril, para apresentar o Movimento Habla. Trata-se de uma parceria da consultoria de tendências com a editora, que tem um grande número de revistas femininas. A ideia é detectar comportamentos femininos, e não só de moda.

Um dos estudos já realizados foi batizado de “Olho no Olho”. As pessoas querem voltar a ter contato físico, conviver e não só conversar na internet, e com isso surge a vontade de festas mais intimistas. Uma das conclusões que se chegou é “ficar em casa “é o novo” ir pra balada”.


Tendências no varejo

Letícia Abraham, da Mindset mostrou o que a National Retail Federation, feira que aconteceu em janeiro em Nova York, trouxe de inspirador para os lojistas. Em um mundo em que comprar on-line é muito mais fácil, a experiência na loja física tem que tão simples quanto a loja virtual, ou tão atrativa, que justifique a visita.

Algumas inovações mostradas na feira: Embalagens reutilizáveis; QR CODE (A Nike, por exemplo, tem um QR Code na vitrine onde o cliente pode “curtir” no facebook); RFID (microship passa a ser usado para lazer e diversão, através das redes sociais) ; HOLOGRAFIA (imagem em 3D, permite um espaço físico menor de loja e o cliente podendo “experimentar”).

Letícia mostrou uma ação da rede de lanchonetes Burger King no Brasil. O sanduíche vinha embrulhado com um papel em que uma foto do rosto do cliente estava impressa. Ou, seja tecnologia é legal, mas precisa conectar as pessoas.

Pense Moda

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Museu Encantado da Barbie

A primeira casa da Barbie, toda feita de papel com uns LPS em cima da mesa, entre eles Sinatra´s:Barbie tricot:A primeira Barbie (1951):

O primeiro Ken:

Deixa as lingeries da Victoria´s Secret no chinelo:

Closet, inclusive com outras Barbies, se quiser dar uma variada:Barbie Ferrari:Nichelle Hipster:

Christian Louboutin:

Versace:

Estilistas brasileiros:

abaixo, as Barbies de dois estilistas brasileiros em close, Lino vilaventura à esquerda e Alexandre Herchcovitch à direita:

A noiva de Carolina Herrera:

Barbie Armani:e pra finalizar, a Barbie Christian Dior:

A turma do Scooby Doo:O Senhor dos Anéis:

Star Trek:

Estes são só alguns exemplos do que se pode encontrar no Museu. Ainda existem edições da Barbie com estrelas de cinema, como Marilyn Monroe e James Dean, Priscila e Elvis Presley, entre outros.

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Moda deve movimentar R$ 136 bilhões em 2011

De acordo com o Pyxis, ferramenta de potencial de mercado do IBOPE Inteligência, o brasileiro deve gastar no ano cerca de R$ 700, em média, no varejo de vestuário, calçados e acessórios.

A São Paulo Fashion Week terminou nesta semana mas os negócios no segmento da moda estão apenas começando. De acordo com as estimativas do Pyxis, ferramenta de dimensionamento do mercado de coonsumo do IBOPE Inteligência, o varejo de moda deverá movimentar este ano aproximadamente R$ 136 bilhões.

Anualmente, o Pyxis gera estimativas de potencial de consumo para o varejo em 50 diferentes grupos de produtos. A estimativa de consumo para o varejo de moda inclui artigos como vestuário, calçados e acessórios.

De acordo com o estudo, o segmento de vestuário feminino, masculino e infantil movimentará em 2011 cerca de R$ 95 bilhões, representando um consumo per capita de R$ 492 ao ano.

Já no segmento de calçados e acessórios (incluindo bolsas, malas e outros), o potencial de consumo projetado para o ano é de R$ 40,6 bilhões em todo o Brasil. O consumo per capita dessa categoria é estimado em R$ 210.

Somadas, as duas categorias da moda movimentarão no ano R$ 135,6 milhões, representando um gasto de R$ 702 por pessoa.

Potencial de consumo por classe

A classe B deverá ser responsável pela maior parcela deste consumo: R$ 56,3 bilhões (42% do consumo total de moda). De acordo com o Critério Brasil, a classe B representa atualmente 24% das famílias que residem na área urbana e apresentam renda média familiar aproximada entre R$ 3.000 e R$ 12.000.

Embora a classe C tenha chegado muito perto da B em volume de consumo, ela ainda não conseguiu superá-la e deve representar aproximadamente 39% do potencial total do consumo de moda este ano (R$ 52,3 bilhões). Ela corresponde a 50% das famílias que residem em área urbana e têm renda mensal aproximada entre R$ 700 e R$ 2.999.

Correspondendo a um dos segmentos mais desejados pelo varejo de moda, a classe A deverá gastar em 2011 R$ 18,1 bilhões com roupas, calçados e acessórios. Este grupo representa apenas 2,5% das famílias brasileiras (população urbana) e tem renda média mensal superior a R$ 12.000.

As classes DE compõem o menor grupo de consumo para varejo de moda. O volume deste grupo neste ano deverá ficar em torno de R$ 8,8 bilhões e, provavelmente, parte deste será absorvido pelo comércio informal. As classes DE representam 24% das famílias residentes em áreas urbana e têm renda média mensal inferior a R$ 700.

Classe Número de domicílios em área urbana % Domicílios Potencial de consumo para varejo de moda – 2011 % Potencial de consumo
A 1.269.475 2,5% R$ 18,1 bilhões 13,3%
B 11.800.129 23,5% R$ 56,3 bilhões 41,5%
C 25.275.888 50,4% R$ 52,4 bilhões 38,6%
DE 11.853.982 23,6% R$ 8,8 bilhões 6,5%
Total 50.199.474 100,00% R$ 135,6 bilhões 100,00%

Potencial de consumo por região

Geograficamente, o maior do potencial de consumo estimado para o varejo de moda está concentrado na região Sudeste: 54% do volume total do mercado deverá ser comercializado nesta região. O Estado de São Paulo sozinho representa 31% do potencial total.

As regiões Sul e Nordeste dividem o segundo lugar, cada uma delas com aproximadamente 16% do mercado total. O que muda na comparação entre os dois mercados, no entanto, é o consumo per capita que é muito maior na região Sul.

Região Potencial de consumo para varejo de moda – 2011 % Potencial de consumo Consumo per capita
Norote R$ 7,7 bilhões 5,6% R$ 472
Nordeste R$ 21,7 bilhões 16,0% R$ 404
Sudeste R$ 73,0 bilhões 53,9% R$ 899
Sul R$ 22,1 bilhões 16,3% R$ 799
Centro oeste R$ 11,1 bilhões 8,2% R$ 775
Total R$ 135,6 bilhões 100,00% R$ 702

Sobre o Pyxis

O Pyxis é uma base de dados que apresenta o potencial de consumo (demanda) por família ou grupo de produtos de todos os municípios brasileiros. Esta base permite ao usuário identificar diferenças entre os 16 setores disponibilizados, as quatro classes sócio-econômicas (A, B, C, D/E) e os 50 grupos de produtos.

IBOPE Inteligência

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