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Posts Tagged ‘Jovem’

Tide sem preconceito

Um jeito meio estranho de dizer, mas  a ideia de “cada um tem um jeito e nós servimos para todos eles” é bem feliz, embora já utilizada anteriormente.

Bem, de repente a materialização poderia ter sido melhor… Ou de repente se fossemos americanos a mensagem teria uma significância mais relevante.

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adizero LAB

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Sonho brasileiro

Recentemente foi divulgado um estudo realizado pela Box 1824 sobre o SONHO BRASILEIRO. Eles estudaram as perspectivas atuais e futuras dos atuais jovens de hoje entre 18 e 24. Em relação a política, percebe-se uma descrença no atual sistema. Eles se sentem cada vez menos representados pelo sistema político institucional.

É interessante ver alguns dados do estudo como:
59% dos jovens brasileiros afirmam não ter nenhum partido político de preferência
83% dos jovens brasileiros concordam com a afirmação que poder político concentrado nas mãos de poucas pessoas é o grande problema do Brasil.

O vídeo abaixo ilustra algumas perguntas que nortearam o projeto:

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Varejista de moda inova com Twitter Mirror

Destaque na NRF de 2011 e vencedora do Digital Award 2010 do POPAI, a solução lançada na varejista internacional WE permite ao usuário receber opiniões de seus amigos, mesmo que esteja fazendo compras sozinho.O aplicativo, desenvolvido pela Nedap Retail, possibilita o envio ao twitter e facebook dos looks experimentados pelo cliente para suas redes sociais.

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Cinema em cena

Diversas marcas se posicionam de forma ousada perante o mercado, e acabam criando nichos específicos exatamente por causa desse ousado posicionamento.

Será que é sempre que a ousadia dá certo?

A rede de cinemas americana Alamo Drafthouse possui uma política muito severa quanto a conversas paralelas dentro das salas e expulsa sem piedade os clientes que usam celular quando pagaram para assistir a um filme. Parece ser senso comum, mas ainda somos por diversas vezes importunados com o som padrão da Nokia tocando em alguma bolsa ou a luz forte de uma tela com mensagem.

Então, em determinada sessão, uma cliente se viu no constrangimento de ser convidada a se retirar da sala quando foi pega em flagrante utilizando seu celular para mandar mensagens. O bicho pegou, a consumidora “mimada” ligou esbravejando contra a medida tomada e foi aí que a empresa se viu diante de uma oportunidade de reforçar de forma ousada seu posicionamento de mercado. Vejam o resultado abaixo:

Essa ação, além da óbvia ousadia, se mostrou positiva por fortalecer o posicionamento da empresa e acabar criando um nicho de mercado no qual a máxima “regra é regra” é realmente seguida e a etiqueta no cinema é observada de perto. Mas para alguns foi negativa quando nessa forma de comunicar sua rigidez encontrou clientes que sentiram um tom altamente arrogante na mensagem, que não concordaram com o uso da voz da cliente achando que a ação foi exageradamente ousada. São dois pontos de vista extremos, mas que independente da opinião, o viral foi bem sucedido ao lançar a discussão e chamar atenção para a marca. Ser ousado também é “fale mal, mas fale de mim”.

E para filosofar, será que essa ação também não mostra o novo vício do indivíduo contemporâneo em aparelhos eletrônicos, aquela inquietação digital que nos faz não conseguir desligar os aparelhos por apenas duas horas, pois a mão já coça para saber as atualizações do Facebook, ou mesmo compartilhar em tempo real todas as cenas do filme no Twitter? Quando foi que a forma de lazer mudou, que não aproveitamos somente o momento que estamos vivendo por querer viver todos os momentos ao mesmo tempo? E será que isso vai ser considerado sempre negativo? Ou será a oportunidade para um cinema ousado permitir a interação dos seus clientes com suas redes sociais em tempo real na tela?

@robertamoyses

CHMKT

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MTV | A música não para

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127 horas

O mínimo que se espera de filmes de aventura são paisagens de tirar o fôlego, um protagonista com espírito de salvador da pátria e cenas de ação/superação que valem o preço do ingresso.

Em 127 Horas temos tudo isso, só que feito de uma maneira original, diferente das besteiras e clichês do gênero. O diretor Danny Boyle (“Quem quer ser um milionário?”) mescla cenas de realismo e desespero, com momentos em que o mocinho parece até se sentir à vontade com a situação de estar preso no meio do nada.

A capacidade de causar desconforto e acertar em cheio o estômago dos desavisados, e ao mesmo tempo ser fraternal e carismático, é o ponto alto do roteiro.
O filme é baseado na história real do alpinista Aron Ralston (James Franco), que durante uma expedição rotineira ao cânion Bluejonh, no estado norte-americano de Utah, teve, literalmente, uma pedra em seu caminho.

Após cair em um penhasco cerrado e uma pedra prender o seu braço entre os rochedos, a coisa fica preta. Preso, isolado – e o pior – sem poder avisar ninguém do seu paradeiro, Aron se vê em uma situação complicada.

Com pouca água e comida, o alpinista encontra em sua câmera digital sua melhor amiga, onde grava diversos discursos e mensagens, alguns, em particular, muito divertidos, como o que ele imita um apresentador de talk show.

A partir desse momento, podemos notar uma crítica à cultura atual do imediatismo, onde a câmera é mais importante que um isotônico, por exemplo.

A luta do alpinista pela sobrevivência, as tentativas para se soltar da rocha e o desespero ficam cada vez mais latentes e vivos na tela, nos levando a um final impressionante!

Mesmo mantendo quase o filme todo em apenas um cenário, Boyle surpreende, nos mostrando até onde a imaginação pode chegar em momentos ímpares de desespero.

Se você gosta de fortes emoções e odeia clichês, 127 Horas é uma ótima pedida.

Blog Asics

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