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Posts Tagged ‘Inovação’

DnB com George Clooney

No mínimo uma campanha inusitada pra um banco.

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vacas odeiam mãos geladas

Campanha da Zippo para o lançamento de um produto inovador: isqueiro + aquecedor de mãos.
Demais a maneira de materializar o diferencial do produto.

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Pepsi film awards – quer participar?

O vencedor de cada tema será convidado para o Papsi films Awards em Londres. O vencedor e um convidado ganharão 4 dias de estadia e desfilarão pelo red carpet.

Durante a cerimônia o melhor filme no geral será revelado e entrará para a comissão da Pepsi para criar o novo filme da Pepsi Max com o orçamento de $20 mil dólares.

Abaixo o filme da campanha:

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O professor da inovação

Quando eu era criança, meu avô era um verdadeiro aficionado por tecnologia. Logo que tinha algum lançamento, ele já ia atrás. Telefone sem fio, video-cassete, fax, DVD, celular e computadores. Ah, os computadores. O primeiro que ele comprou foi um compatível nacional do Apple II, no começo dos anos 80. Os netos disputavam a tapa a chance de brincar com algum joguinho na tela negra com cursor verde e nem sonhavam com o queSteve Jobs ainda poderia fazer. Pior: a gente nem fazia ideia de que existia um Steve Jobs.
Provavelmente você está cansado de saber quem é o Steve Jobs. Que ele foi adotado, que não concluiu a faculdade, que foi demitido de sua própria empresa e aproveitou o tempo livre para montar outra empresa. E que, hoje em dia, ele é sinônimo de sucesso. Tudo isso ele contou em um discurso para os formandos da Universidade de Stanford em 2005. Discurso que correu a internet e todo mundo leu, viu e ouviu.
Hoje, um dia após a renúncia de Jobs ao comando da Apple, todo mundo está falando da importância dele para a tecnologia. E isso, todo mundo, inclusive você, também já está cansado de saber. Então, por que este post? Porque tão importante para tecnologia, Jobstambém deixou sua marca na comunicação e no mundo dos negócios.
Quando alguém compra um produto da Apple, por exemplo, não compra um celular, um MP3, um computador ou um tablet. Ele compra um iPhone, um iPod, um Mac, umiPad. E se torna um evangelizador da marca. A satisfação é tão grande que ele recomenda aos amigos e faz piada daqueles que ainda estão “travados” na era Windows. E isso, poucas marcas conseguem. Ou você vê algum fanático por Coca-colarecomendando que você beba refrigerante todos os dias?!

Steve Jobs liderou uma revolução que combinou o que o design tem de melhor a oferecer. Beleza, utilidade, praticidade. E fazia questão de mostrar isso na apresentação dos produtos, sempre aguardadas com ansiedade pelo mundo. Basta ver todo o zum-zum-zum em torno do lançamento do iPhone 5 ou o que o iPad 3 vai trazer de novidades. Mídia espontânea. Mas, não pense você que ele não desembolsou um tostão para isso.
Foram milhões de dólares gastos em uma assessoria de comunicação eficiente, o que inclui uma presença maciça em filmes produzidos por Hollywood, que serão vistos e revistos no mundo inteiro, por anos a fio. E o cuidado quase que nazista com a imagem, policiando cada passo dado não só pela empresa, mas por todos os seus funcionários? Tente imaginar quanto isso custa em termos de estratégia?! Muito mais que um punhado de milhões de dólares
Apple também nos envolve com storytelling. E não é uma história qualquer, que eles inventam para vender seus produtos. É tudo baseado no produto, porque eles têm uma confiança única de que o que eles estão produzindo não é só bom, é o melhor. E nós, consumidores, achamos isso foda, porque sabemos que não foi um produtinho qualquer, entregue do jeito que deu, com uma usabilidade em 80% e uma economia porca de recursos. A gente sabe que determinada tecnologia só não entrou naquela versão porque ela ainda não está 100%. Ainda. Estamos evangelizados para acreditar nisso. E acreditamos.
Daí, conversando com o Gui Boucault, da Royalpixel, e que foi fundamental para a elaboração deste texto, ele contou o seguinte: quando tinha 7 anos, André Agassi era obrigado a rebater mais de 2 mil bolas por dia. Apesar de absurdo, foi exatamente essa obsessão que o levou a chegar próximo da perfeição. Mais ou menos o que acontece comJobs: sua dedicação obsessiva, que ultrapassa os padrões sociais, é o que fez dele quem é. E da Apple o que a Apple é.
E como o Gui disse, não adianta querer separar o Jobs sucesso do Jobs monstro, porque eles são a mesma pessoa. O sucesso existe porque o monstro não se importa de demitir um executivo 5 minutos depois de ele começar a trabalhar, que quase enlouquece seus funcionários obrigando todos a trabalhar dia e noite, tendo que se internar depois de cada projeto. Isso não é receita de sucesso. Isso é o que ele é e faz: acredita no projeto e vai até o fim com isso, até chegar próximo da perfeição.

Agora começa a era Tim Cook. É o primeiro a chegar e o último a sair do trabalho. Começa a responder seus e-mails às 4 da manhã e manda os executivos para a China de última hora, sem dar tempo para o cara fazer a mala. Talvez ele seja um monstro em formação, talvez seja apenas um cara que sabe a responsabilidade que tem, apesar de dividir com outros executivos decisões que Steve Jobs tomava sozinho.
Apple tem como desafio, agora, continuar oferecendo soluções para problemas e necessidades que, às vezes, a gente nem imagina que tem. E, se não houver tecnologia para isso, criar.
A lição de Steve Jobs é que todo mundo erra. Todo mundo faz merda. Não existe uma receita para o sucesso. O que existe é trabalho, é dedicação. É a busca pela perfeição. É errar muito antes de, enfim, conseguir acertar. É o que faz de Steve Jobs quem ele é.
Fonte: Brainstorm9

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Novo S60. O #volvoatrevido


Um Volvo como você nunca viu. É com essa proposta que a montadora sueca apresenta seu novo S60, também conhecido como o #volvoatrevido. Pivô de uma nova estratégia publicitária, o veículo não tem esse apelido por acaso: a versão top é equipada com um motor 3.0 turbo de seis cilindros com 304 cv, capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em empolgantes 6,4 segundos.

Mesmo tão atrevido, o principal diferencial do novo Volvo S60 é o seu exclusivo design escandinavo, que se distingue do padrão alemão ao oferecer um luxuoso acabamento e linhas arredondadas características da atual geração de carros da marca.
As razões para se apaixonar pelo lançamento não param por aí. Uma tecnologia revolucionária fascina: trata-se do Detector de Pedestres, o primeiro sistema veicular desenvolvido para evitar atropelamentos.

Para quem trabalha com comunicação, é interessante ver como a Volvo conseguiu mudar sua imagem de “boring” para “cool” introduzindo obras-primas do design escandinavo aliadas a uma estratégia de comunicação rejuvenescida, que visa atingir consumidores mais novos e preocupados, acima de tudo, com conforto, bem estar e prazer de dirigir.

O #volvoatrevido veio para marcar o início de uma nova era. Assista ao comercial que já está sendo veiculado na TV por assinatura:

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Varejista de moda inova com Twitter Mirror

Destaque na NRF de 2011 e vencedora do Digital Award 2010 do POPAI, a solução lançada na varejista internacional WE permite ao usuário receber opiniões de seus amigos, mesmo que esteja fazendo compras sozinho.O aplicativo, desenvolvido pela Nedap Retail, possibilita o envio ao twitter e facebook dos looks experimentados pelo cliente para suas redes sociais.

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Cinema em cena

Diversas marcas se posicionam de forma ousada perante o mercado, e acabam criando nichos específicos exatamente por causa desse ousado posicionamento.

Será que é sempre que a ousadia dá certo?

A rede de cinemas americana Alamo Drafthouse possui uma política muito severa quanto a conversas paralelas dentro das salas e expulsa sem piedade os clientes que usam celular quando pagaram para assistir a um filme. Parece ser senso comum, mas ainda somos por diversas vezes importunados com o som padrão da Nokia tocando em alguma bolsa ou a luz forte de uma tela com mensagem.

Então, em determinada sessão, uma cliente se viu no constrangimento de ser convidada a se retirar da sala quando foi pega em flagrante utilizando seu celular para mandar mensagens. O bicho pegou, a consumidora “mimada” ligou esbravejando contra a medida tomada e foi aí que a empresa se viu diante de uma oportunidade de reforçar de forma ousada seu posicionamento de mercado. Vejam o resultado abaixo:

Essa ação, além da óbvia ousadia, se mostrou positiva por fortalecer o posicionamento da empresa e acabar criando um nicho de mercado no qual a máxima “regra é regra” é realmente seguida e a etiqueta no cinema é observada de perto. Mas para alguns foi negativa quando nessa forma de comunicar sua rigidez encontrou clientes que sentiram um tom altamente arrogante na mensagem, que não concordaram com o uso da voz da cliente achando que a ação foi exageradamente ousada. São dois pontos de vista extremos, mas que independente da opinião, o viral foi bem sucedido ao lançar a discussão e chamar atenção para a marca. Ser ousado também é “fale mal, mas fale de mim”.

E para filosofar, será que essa ação também não mostra o novo vício do indivíduo contemporâneo em aparelhos eletrônicos, aquela inquietação digital que nos faz não conseguir desligar os aparelhos por apenas duas horas, pois a mão já coça para saber as atualizações do Facebook, ou mesmo compartilhar em tempo real todas as cenas do filme no Twitter? Quando foi que a forma de lazer mudou, que não aproveitamos somente o momento que estamos vivendo por querer viver todos os momentos ao mesmo tempo? E será que isso vai ser considerado sempre negativo? Ou será a oportunidade para um cinema ousado permitir a interação dos seus clientes com suas redes sociais em tempo real na tela?

@robertamoyses

CHMKT

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